7 praias quase desconhecidas da divisa entre Rio e Espírito Santo

Conheça sete belas praias de um trecho pouco conhecido entre o Espírito Santo e o Rio de Janeiro

O trecho do litoral brasileiro entre Rio das Ostras e Anchieta raramente figura no roteiro de viagem de quem não mora na região. Raros são os que trafegam pela BR-101 e desviam para conhecer as praias do fim do Rio de Janeiro e início do Espírito Santo. Mas, vai por mim, vale a pena deixar a movimentada rodovia e conhecer praias sem um grande apelo turístico nacional. Na lista, praias urbanizadas e desertas convivem em equilíbrio.

1 – Costazul – Rio das Ostras (RJ)

A urbanizada Costazul, em Rio das Ostras, tem esse cantinho para a criançada (Fulviubsas/Wikimedia Commons/Wikimedia Commons)

A mais badalada de Rio das Ostras pode não ter as ondas mais amistosas, mas lá ficam quase todas as pousadas e restaurantes. Na verdade, o trecho no canto direito da praia é mais tranquilo para a criançada – e ainda há uma praça com brinquedos para a molecada. O calçadão com quiosques e ciclovia é muito usado para caminhadas e pedaladas. Próxima dali, a Lagoa do Iriry tem a coloração escura tal qual uma Coca-Cola.

2 – João Francisco – Quissamã (RJ)

As lagoas do Parque Nacional da Restinga de Jurubatiba ficam ao lado da Praia de João Francisco, em Quissamã (ICMBio/divulgação/Divulgação)

Apesar de ser conhecida como a principal praia de Quissamã, João Francisco está longe de ser uma praia movimentada. Vizinha ao Parque Nacional da Restinga de Jurubatiba (não aberto à visitação), tem uma extensa faixa de areia e mar meio traiçoeiro. Alguns quiosques garantem a alimentação dos visitantes. Caminhando um pouco dos dois lados chega-se a algumas lagoas, com águas mais tranquilas.

3 – Farol de São Tomé  – Campos dos Goytacazes (RJ)

A extensa Praia do Farol de São Tomé é uma das mais movimentadas do norte do Rio de Janeiro (Gledson Agra de Carvalho/Wikimedia Commons/Wikimedia Commons)

Conhecido como “O Gigante Vermelho”, foi a partir da construção do farol de 45 metros, em 1912, que começou a urbanização da praia mais badalada desse trecho do litoral norte fluminense. O mar de ondas revoltas e coloração amarelada é mais frequentado por surfistas. Famílias aproveitam a faixa de areia dura e frondosa, além dos restaurantes da orla. Nos fins de semana do verão recebe muitos shows musicais.

4 – Lagoa Doce  – São Francisco de Itabapoana (RJ)

Praia da Lagoa Doce, em São Francisco do Itabapoana: Rio de Janeiro se despede em grande estilo (Cris Isidoro/divulgação/Divulgação)

Taí uma praia que eu não entendo como é apenas conhecida regionalmente. Ok, ela fica afastada dos grandes centros e, mesmo de São Francisco de Itabapoana, que não é uma grande cidade turística, dista 24 km. Mas é a única praia do litoral fluminense a ter falésia. Sim, falésia. Sem contar que o banho de mar é maravilhoso, as águas são bem mansas. Isolado do mundo, o Farol da Ponta do Retiro confere um charme a mais. Só não espero por comércio, há uma ou outra barraquinha.

5 – Siri – Marataízes (ES)

 Mais do que a faixa de areia, as pessoas vão para a Praia do Siri, em Marataízes, em busca do banho na lagoa (Gilvan Barreto/Viagem e Turismo)

A 10 km do Centro, tem uma longa faixa de areia e mar com ondas moderadas. Contudo, a praia é o menos importante por aqui, quem brilha é a Lagoa do Siri, sempre movimentada por causa da água morna e tranquila, ideal para levar a garotada. Em sua volta, bares garantem a cerveja gelada e a porção de peixe frito.

6 – Aghá  – Piúma (ES)

 Praia do Aghá, em Piúma: uma das mais preservadas da região (Divulgação/Divulgação)

Aos pés do Monte Aghá – uma espécie de Monte Pascoal capixaba – reina essa praia de águas bem calminhas que fazem a alegria da criançada. Mas não espere por quiosques ou comércio. À frente, há uma ilha que pode ser alcançada a pé durante a maré baixa. A praia fica entre Piúma e Itapemirim.

7 – Ubu  Anchieta (ES)

Ubu, a praia capixaba onde o pontífice teria levado uma estabacada daquelas (Wikimedia Commons/Wikimedia Commons)

Em tupi, o nome da praia significa “homem caiu”. A vítima, no caso, seria o Padre Anchieta que teria sofrido uma baita queda na praia. Apesar de urbanizada, dá para relaxar bem na enseada de águas calmas e bem gelada. Sem contar a faixa de areia bem espaçosa. Dentro do mar, o cenário é composto por caiaques e pranchas de stand-up paddle. Fora dele, a pedida é mandar ver numa moqueca capixaba.

Fonte: https://viagemeturismo.abril.com.br

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